O que o gerenciamento da sua marca pessoal não vai fazer por você
Uma estratégia em marca pessoal pode fazer a diferença entre o ‘sim’ e o ‘não’ na sua carreira mas, nem de longe, isso quer dizer que tudo se resolve em um simples passe de mágica. A decisão de olhar com mais atenção para sua carreira, independente de qual fase ela se encontra – se no início ou em desenvolvimento, se é um alto executivo, empresário ou empreendedor –, você está de fato tomando as rédeas da situação, planejando de forma estratégica a imagem mais favorável (e genuína) para o alcance da satisfação e êxito profissional. Os benefícios do gerenciamento de imagem são muitos: reconhecimento dos seus atributos, direcionamento de seus objetivos profissionais, alinhamento de seus esforços em prol de relações de valor e tantos outros que, juntos, vão facilitar sua escalada rumo a uma imagem diferenciada e competitiva, bases para uma carreira sólida e uma reputação memorável. Mas você sabe o que o gerenciamento de imagem NÃO vai fazer por você nem pela sua carreira? Listei aqui cinco pontos que você deve ter ciência na hora de decidir pela contratação de um especialista para si mesmo ou para os colaboradores de sua empresa. Vem ver! Conseguir um emprego ou uma promoção para você Cuidar da sua aparência, da forma como você se comporta no ambiente profissional e da melhor comunicação de seus atributos são os elementos que fundamentam o gerenciamento da sua marca pessoal e, como consequência, sua imagem profissional. Tais medidas vão convergir para sua empregabilidade e para o surgimento de melhores e novas oportunidades, mas sem o seu empenho, e principalmente sem sua consciência da necessidade de administrar a marca ‘você S.A.’, todas as melhores táticas vão por água abaixo. Ocultar carência de habilidades ou incompetências Posicionar sua imagem profissional está relacionado à descoberta, ressignificação e desenvolvimento de habilidades e competências que você tem e por algum motivo estão ‘adormecidas’. Se a ideia é comunicar e basear sua carreira em algo que não é genuíno em você, desista. O gerenciamento não gerencia o que não existe! Tornar você autoconfiante Ganhamos autoconfiança conforme progredimos em nosso autoconhecimento, reconhecendo nossas fraquezas e nossos melhores atributos, fazendo esses últimos trabalharem a nosso favor. Se você não faz uma entrega real, abre sua mente para novas ideias, críticas e sugestões, você continuará sendo a mesma pessoa, insegura sobre o quê e como se comunicar com o ambiente em que você vive e quer prosperar. Transformar você em uma estrela Se seu objetivo é ser famoso a qualquer custo, sugiro buscar outro caminho, que não o gerenciamento da sua imagem profissional. O objetivo aqui é fazer você se diferenciar entre os profissionais, ser reconhecido como uma marca pessoal de valor entre seu público (superiores, colaboradores e mercado), gerar credibilidade para você e para o que você se propõe a fazer. Aqui não tem os quinze minutos de fama, mas uma carreira sustentável. Fazer de você um milionário A ideia do gerenciamento estratégico é criar uma imagem sólida, baseada em suas competências e valores, e a partir daí alinhar você a seus objetivos profissionais, Com uma sequência de ações ordenadas e fundamentadas, a imagem profissional começa um processo natural de crescimento e influência, que impacta em resultados financeiros, já que isso tornará você uma melhor escolha no mercado. Se você vai ficar rico? Pode ser. Mas a certeza mesmo é que você se torne uma referência positiva e sempre confiável. Agora que você já sabe que o gerenciamento da imagem profissional não é a lâmpada do Aladim, já pode pensar em resultados duradouros e confiáveis para sua carreira e para o desenvolvimento de sua equipe, fazendo de 2018 um ano de transformação. Que tal?
Marcas pessoais às vezes cometem erros. Saiba quais
Sejamos francos: não é incomum uma marca pessoal cometer erros ao planejar suas estratégias de visibilidade, permanência e influência nos negócios. Por vezes, é comum até que esses erros comecem ainda no processo de descoberta da marca, o que pode ser perigoso principalmente pela perda de tempo que isso possa causar em todas as etapas seguintes. O mais importante é ter sensibilidade para reconhecer nossa vulnerabilidade em qualquer situação e o melhor da disseminação dos conceitos e reconhecimento das melhores ferramentas para o personal branding é saber quais erros devemos ficar atentos para não cometê-los. A seguir listei alguns deles: Não trabalhar o autoconhecimento Autoconhecimento não à toa é a primeira etapa do processo de gerenciamento de marca pessoal. É por meio dele – do autoconhecimento – que o indivíduo reconhece a base de sua marca pessoal, entendendo sua verdadeira personalidade e como seus talentos e visão da vida podem contribuir com as pessoas ao seu redor e com seu significado de ‘sucesso’. O erro em não fazer uma autoanálise é depositar energia em projetos que não aderem ao seu estilo de vida, ao seus valores e aos seus objetivos. Trabalhar só a visibilidade Personal branding não é marketing pessoal, não é gestão de mídias sociais… não é sobre promoção, promoção, promoção. Marca pessoal é sobre influência. Por isso, um dos grandes erros de marcas pessoais é acreditar que basta trabalhar sua visibilidade na internet (e mesmo off-line), quando na verdade você precisa trabalhar duro, se capacitar e ser consistente na sua especialidade de forma que seja reconhecido como um expert. Não usar os recursos da internet na íntegra Dando continuidade ao erro anterior, esse aqui também é quase fatal. A internet é um terreno de possibilidades e se usá-la somente para um fim é um erro, não considerá-la em sua totalidade é ainda pior. Após analisar a si mesmo e seus objetivos, avalie como a internet pode auxiliar sua estratégia, seja nas conexões com seu público de interesse (parceiros de negócios, clientes, fornecedores, mercado em geral), seja no compartilhamento de seus conteúdos, no consumo de material relacionado ao seu segmento, promoção das suas conquistas, venda de produtos, geração de leads e muito mais. Também não deixe de acompanhar seus resultados na rede. Esquecer sua história Não me canso de dizer: marcas pessoais são evolutivas. Vivemos, aprendemos, crescemos… e é exatamente isso que nos faz ser marcas pessoais de verdade. Cada etapa da nossa vida, cada conquista, cada derrota e cada ‘poeira que a gente sacodiu’ fez nossa personalidade ser moldada um pouco mais. As crenças que temos, os valores que damos às coisas, as causas que defendemos e as opiniões que temos sobre os assuntos – até as mais polêmicas! – compõem nossa marca pessoal e dão aquele diferencial que nos tornarão únicos diante de alguém que está bem ao nosso lado, que tem o mesmo negócio que a gente, atua no mesmo segmento… Jamais esqueça do caminho que te trouxe até aqui, pois pode ser que seja um detalhe da sua história, às vezes o que você menos admira, que vai te levar mais longe, que pode fazer você ser o ‘diferentão’ no meio de tanta gente. E então? Identificou algo que você possa ter negligenciado ao pensar ou executar as ações de sua marca pessoal? Nunca é tarde para parar e reavaliar seu caminho. Brand-se já!
Imagem profissional: Forças essenciais para a carreira
Seja no mercado corporativo ou empreendedor, a imagem de um bom profissional não depende mais somente de sua formação, iniciativa e boas ideias. É preciso mais para fazer a diferença. Fazer gestão da imagem profissional tornou-se o grande trunfo para quem quer criar uma marca pessoal de impacto no mercado de trabalho e garantir uma reputação positiva. Só com consciência e um olhar estratégico sobre si é possível criar boa impressão continuamente junto a clientes, parceiros e fornecedores, transmitindo a mensagem de credibilidade e competência necessárias para alcançar as metas traçadas para a carreira. Para fazer diferença entre tanta gente boa, é preciso que o profissional esteja atento a importantes atitudes que serão notadas e farão parte da percepção de seus interlocutores e abaixo eu listo cinco delas: Aparência ‘além da roupa’ ‘Você não terá uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão’. A frase do designer americano Aaron Burns reflete algo que não se pode contestar. Em poucos segundos alguém nos avalia e, dali, toma a decisão de se relacionar ou não conosco. Neste sentido, o vestuário, o meio mais comum e imediato, faz o papel de protagonista do momento, pois estar adequado à ocasião e sua posição, sem perder seu estilo, te dá uma bela vantagem sobre outros. Mas não adianta nada investir em roupas incríveis se outros cuidados na aparência sofrem deslizes. Por isso, cuide sempre da tintura e do corte do cabelo, tenha sempre uma pele saudável e bonita (minimamente maquiada, no caso das mulheres), unhas cortadas e barba feita. O todo é feito da soma dos detalhes. Comportamento nas redes sociais Não existe mais vida real e vida virtual. O mundo online dominou as relações e, em muitos casos, ele é o responsável pela primeira impressão (quantas pessoas você conheceu primeiro virtualmente?). Por isso, não se descuide nem por um minuto das suas redes sociais e de suas postagens. Fotos duvidosas, sensuais, na balada (cuidados com as marcações dos amigos!), associações indevidas com pessoas de reputação suspeita, posts ‘reclamões’ ou com opiniões polêmicas ou preconceituosas, palavrões, discussões acaloradas etc… Tudo isso pode depor contra você na hora de uma interação importante. Em 2016 a empresa CareerBuilder fez um levantamento que mostrou que mais de 60% dos empregadores utilizam as redes sociais para contratar ou promover algum candidato e 49% dizem já ter encontrado algum motivo para desistir. Não faça parte da estatística ruim dessa ferramenta. Coerência entre ser e parecer Alguém aí já ficou em dúvida sobre um cardiologista que fuma sem parar? Um nutricionista que tá sempre comendo mil besteiras? Pois bem… A coerência entre discurso e atitude é outro elemento importante para o fortalecimento de sua marca pessoal e de sua imagem profissional. Temos que ter em mente que a percepção é sempre do outro e, por mais que você seja incrível na essência, são seus atos que falam por você e eles precisam estar em convergência com o que você prega em todo lugar (online e off-line), em todos os momentos. Reconhecimento e autoridade Com tanta gente boa no mercado o ideal agora é ser reconhecido pelo que você faz com clareza e ser cada vez mais especialista em seu segmento. Para agarrar essa oportunidade não deixe de estudar e se atualizar o quanto possível. Faça cursos, frequente palestras, leia muito sobre seu tema de interesse e temas adjacentes e aproveite todas as chances para se mostrar um profissional antenado. Se possível, divida o conhecimento e a experiência que você tem com colegas de trabalho ou de profissão: escreva artigos, um livro, dê palestras e transforme-se, no devido tempo, em uma autoridade no assunto em que você atua. O resultado? empregabilidade, negócios e rendimentos! Networking estratégico Esqueça happy hours e eventos aleatórios, onde o único objetivo é diversão e jogar conversa fora. Essa parte é boa, muito!, mas o profissional consciente e estratégico aproveita todas as interações para dar mais um passo em direção aos seus objetivos de carreira. Muita gente ainda pensa no networking como uma ponte para clientes, mas não restrinja sua visão somente a isso. Encontros contribuem o tempo todo com a construção de sua reputação, pode te colocar em contato com bons fornecedores, futuros parceiros de negócios ou mesmo alguém da mídia que possa promover você e seu negócio. Além disso, esteja sempre preocupado em manter aquecidos os contatos antigos. Jamais esqueça sua rede de contatos e mostre-se sempre presente para quem precisar de você. Seja reconhecido por dar mais que receber. Tim-tim! Um brinde às conexões!